quinta-feira, 6 de maio de 2010

Finalistas... 2010

Pouco passava das cinco da tarde do quarto dia do mês de Maria quando iniciou-se o cortejo Académico do Porto. Milhares de estudante aderiram a esta festa académica.
Sob a brisa do Atlântico, logo ali ao lado, e debaixo do sol primaveril cartolas e bengalas saudavam pela última vez o público tripeiro. Estes finalistas, amanhã profissionais da sua área, eram a montra da sua escola. Os restantes anos seguiam ordenadamente os seus súbitos.
"É finalista... la la la la la laaaaa, é finalista" era música que vigorava no top do cortejo, regada de muita cerveja e algum vinho do Porto.
Algumas dezenas de câmaras fotográficas puderam captar um momento magnifico! Descendo os Clérigos com a Avenida da Liberdade à vista, o túnel das bengalas maravilhou a assistência assim como os próprios participantes. A roda das bengalas também foi mote. Aliás, enumeras manifestações de alegria e orgulho do percurso efectuado. Cartolas e bengalas amarelas e brancas pintaram os Clérigos!
Algumas lágrimas percorreram os rosto já alertando para as saudades da partilha de momentos inesquecíveis como este.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Uma das maiores operações de sempre de segurança no futebol... falhada



Serenata 2010

No dia do trabalhador de 2010 estudantes universitários e suas famílias não perderam mais uma monumental serenata.
Para os finalistas este dia proporcionou o abanar das fitas de final de curso debaixo dos acordes do fado da guitarra.
Por outro lado, os caloiros, finalmente, vestiram o tão aguardado traje académico e traçaram a capa.
Há que realçar que mais uma vez o excesso de bebidas alcoólicas era bem patente, contudo sem grandes consequências para a vida humana.
Parabéns finalistas...
Boa sorte caloiros...

sexta-feira, 30 de abril de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Morte...

Na antiguidade clássica, o coração era considerado o órgão nobre essencial à vida, o primeiro a viver e o último a morrer, logo a vida e a morte andavam lado a lado no quotidiano. À medida que se avança pelas diversas etapas do ciclo vital, aproximamos-nos do incontornável destino que é a morte. A morte é uma realidade complexa em que confluem sentimentos, atitudes e reacções numa amálgama em que as representações de cada um são determinantes e em que, frequentemente, as emoções se sobrepõem à razão. Assim, a morte de um indivíduo é, para os seus significativos, o início de um doloroso e complicado processo de adaptação. Ontem, às 12 horas da manhã tenho a primeira experiência neste âmbito. Durante duas horas médicos e enfermeiros tentaram tudo por tudo prolongar a vida do Sr. A. A enfermaria deste homem parecia um "estendal de soros, adrenalinas, atropinas, dopaminas..." rodeado de "ene" máquinas. A cada minuto que passava o sentimento de impotência assoalhava a equipa. A dado instante, o ritmo cardíaco desacelera subitamente... até o monitor mostrar uma linha continua. Olhamo-nos... e um silencio de segundos transpareceu uma paz eterna. Todos sentiram que fizemos o melhor e tudo que podia por aquele senhor.

A comunicação deste tipo de noticia em saúde constitui um dos momentos mais difíceis nas relações interpessoais com a familia, causando grande desconforto tanto à pessoa que recebe como àquela que transmite a noticia. Os próprios profissionais podem manifestar dificuldades pessoais de adaptação ao processo de morrer incapacitando-os de atender doentes numa situação difícil de doença avançada. São vários os factores que podem interferir na reacção da família face à morte da pessoa, nomeadamente as relações existentes entre doente/família. É importante referir que os cuidados são complexos, exigentes e por vezes stressante, pois envolvem a gestão de aspectos emocionais do doente/família e do próprio enfermeiro. Ao falar da morte falamos da nossa morte, da morte do outro, da dor que é perder qualquer coisa que foi nossa e que deu significado à existência.

domingo, 25 de abril de 2010

Benfica Campeão Europeu de Futsal

Histórico! Numa “batalha” que teve de ser resolvida com prolongamento, os encarnados foram mais fortes, tiveram coração e venceram o tricampeão europeu Interviú de Madrid. Festa perante 9400 espectadores que encheram o Pavilhão Atlântico, numa réplica quase perfeita do Estádio da Luz.
Durante o tempo regulamentar o placard registou 2-2. Muita emoção e festival de futsal. Chegara o prolongamento... E foi o Benfica que entrou mais determinado em fazer valer mais estes minutos para resolver a questão. Decorridos 3 minutos de tempo extra Davi recebeu no meio, deu dois passos em frente e disparou sem hipóteses para Luís Amado. Estava feito o 3-2.Foi o bater de coração até ao fim para se gerar então a explosão por que o Atlântico esperava. Pela primeira vez na sua história e do Futsal português, o Benfica torna-se campeão europeu da modalidade.